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sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

2 de Dezembro 2016


ARQUIVO REAL REPÚBLICA CORSÁRIOS DAS ILHAS


VER NOTAS DO EDITOR

1971-12-02 - Pela ADAIIL Nº 01 - Movimento Estudantil

PELA A.D.A.I.I.L. nº 1

Associação Desportiva dos Alunos do Instituto Industrial de Lisboa Órgão da Comissão de Normalização da Vida Associativa no IIL.
Companheiros;
É este o primeiro comunicado associativo deste ano no IIL.
Se para alguns é o primeiro contacto com a informação estudantil, a grande maioria tem já conhecimento e experiência do trabalho Associativo desenvolvido ao longo dos anos no nosso Instituto, e vê com satisfação o aparecimento deste comunicado.
Na sequência desse trabalho, iremos dar a conhecer a alguns e relembrar aos outros o que foi a ADAIIL, porque interesses lutou e quem se opôs à continuação normal da sua vida.
I - As Actividades da ADAIIL:
Uma constante marcou (e marcará) a vida da nossa Associação: Tudo o que se fez foi sempre reflexo dos interesses da maioria dos Estudantes do IIL. Assim, surgindo da necessidade da prática desportiva, foi alargando o seu campo de acção, até se transformar (cerca de/65) num organismo sindical estudantil, que funciona subordinado a princípios livremente elaborados pelos estudantes.

1976-12-00 - O VOTO DO POVO NOS CANDIDATOS DO POVO E NO MANDATO POPULAR - MRPP


1976-12-00 - AO POVO DA FREGUESIA DE A-DOS-CUNHADOS - MRPP

LISTA DO MRPP À CÂMARA DE T. VEDRAS

AO POVO DA FREGUESIA DE A-DOS-CUNHADOS

No próximo dia 12 o povo da Freguesia de A-dos-Cunhados vai ser novamente chamado a votar.
Os candidatos do M.R.P.P., ao decidir participar nas eleições para as autarquias locais» adopta desta forma, a única posição justa e correcta face aos órgãos da burguesia todos esses órgãos fazem parte integrante do mesmo estado, que e o estado da burguesia, criados pelo regime fascista de Salazar e que foi criado para melhor oprimir e explorar o povo – são um instrumento de ditadura sobre os trabalhadores e, todos aqueles que, com o único objectivo de caçarem o voto do povo, encobrirem esta realidade, estão a iludir e a trair o povo, a criar ilusões sobre a natureza de classe dos mesmos pelo que devem ser denunciados pelas massas populares como reles charlatães da política, como descarados oportunistas ao serviço dos grandes agrários, latifundiários, e capitalistas, muito embora se digam da democracia, do socialismo e da liberdade.

1976-12-02 - Luta Popular Nº 457 - MRPP

Regulamentação do «Controlo de Gestão» e das Comissões de Trabalhadores
NA FORJA NOVAS LEIS ANTI-OPERÁRIAS E ANTI-POPULARES!

Dentro das leis antioperárias e antipopular que o Governo traz na forja figura aquela que se destina a regulamentar a organização e funcionamento das comissões de trabalhadores e outra tratando o chamado «controlo de gestão», sob a forma de propostas de decreto-lei a serem discutidas em próximos Conselhos de Ministros, tendo chegado a estar incluídas na agenda do último, como o «Luta Popular» anunciou.
A PROPOSTA DO DECRETO-LEI SOBRE AS COMISSÕES DE TRABALHADORES
Procura esta proposta legislar sobre matéria que só aos operários e demais trabalhadores compete resolver, constituindo ela, assim, mais uma grosseira intromissão da parte do Estado dos patrões em assuntos daqueles e que só aqueles estão em condições de decidir, como explorados que são.
É velho o sonho da burguesia em liquidar as comissões de trabalhadores. Ele vem praticamente desde logo após o 25 de Abril, data do aparecimento destes órgãos de vontade popular, produto da genial criação das massas populares. Onde falhou a tentativa de liquidação directa das comissões de trabalhadores levada a cabo nessa altura pelos social-fascistas, procura triunfar uma lei cele­rada do Governo Constitucional visando destruí-las por dentro e por dentro descaracterizá-las do seu conteúdo revolucionário.

1976-12-02 - a terra é nossa - PCP(R)

a terra é nossa

COMUNICADO DA COMISSÃO POLÍTICA DO COMITÉ CENTRAL DO PCP(R)

Assalariados, homens e mulheres da terra de Catarina, do Alentejo e Ribatejo: a luta em defesa da terra, do gado e das máquinas contra os parasitas da laia do Parreira Cano, para quem a vida dum homem vale menos que um cão perdigueiro, tem sido uma luta dura e persistente. De pé, dia e noite, durante mais de quinze dias, desafiastes as espingardas da GNR assassina e enfrentastes as provocações dos grandes agrários fascistas do CDS.
O caminho que escolhestes na "Margem Esquerda" e na "Otelo Saraiva de Carvalho" é o da luta implacável e intransigente contra os inimigos que nos querem esmagar e explorar. É o caminho que Catarina nos apontou. Quem dobrar a espinha à GNR ou se curvar diante dos latifundiários é um cobarde e miserável traidor, merece o desprezo total dos trabalhadores honrados.